| Livro Crueldade Feminina SINOPSE
A influência da mídia sem limites (permissiva) vem assolando o país e suas famílias, especialmente desde 1986. O advento da internet, inovação assimilada culturalmente no Brasil rapidamente, associada a um estilo de educação familiar “light” e excessiva liberalidade na escola, gerou problemas que acusam um estilo decadente de vida. No mundo feminino podemos elencar a prostituição infantil desde os 9 anos, o aumento da violência juvenil, a agressividade social provocada pela mídia e abusos imorais contra jovens garotas desde 11 anos, além de atos criminosos praticados por adolescentes, em sua maioria lideradas por adultos. No Brasil, hoje é surpreendente o número de abortos entre mulheres de 13 a 25 anos. A postura marginal entre as meninas, e a omissão do poder público - deixou metade das mulheres abandonadas, com a guarda e o custeio dos filhos, a maioria sem renda. O sofrimento real e a mídia da permissividade, ilusória, desencadearam nas mulheres a crueldade feminina, fato revelado na pesquisa. O consumismo exagerado praticado pelas meninas, tornou-se a grande meta das mulheres no Brasil. A solidão vem causando biotipias nas mulheres amadurecidas, bem como o consumo crescente de medicação controlada, além da busca crescente pelas diversas terapias. A infelicidade prolongada está deixando as mulheres cruéis. A TV, as revistas, os outdoors, só mostram o lado agradável de prazeres; a mulher verifica não possuir condições de ser ou obter o que está sendo exibido. Trata de sobreviver com raiva, culpando-se frequentemente, quando na realidade tudo o que é mostrado é mentira. É a banalização do sexo feminino no país emergente. COMPRE AQUI |